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Category: Comportamento

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Dia dos Namorados – Infográfico

O Dia dos Namorados está chegando! Para entender um pouco mais sobre o que acontece com os apaixonados, foi criado um infográfico super divertido que achei válido compartilhar com vocês! ;)


Dia dos Namorados

Fonte: Click Grátis
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Enfrentando a TPM ao lado dele

A maioria dos homens são distraídos demais para se darem conta de certas coisas (isso explica também porque ele não consegue reparar quando você corta os cabelos). Eles precisam de um empurrão, sabe? Então a gente dá esse empurrãozinho pelo bem da relação.

Você se conhece suficientemente para saber quando a sua TPM está chegango. Avise ele todo mês e, mais do que isso, faça ele tomar conhecimento dessas simples dicas que vão tornar esses dias muito mais tranquilos:

10 dicas para um homem enfrentar a TPM feminina

1. Anote na agenda: não é difícil calcular um ciclo menstrual, então saiba que a mais ou menos 28 dias de uma crise histérica sobre a salada não ter azeitonas o bastante, você enfrentará outra e faça um lembrete por escrito ou dançará. Se você for realmente um cara de sorte, esse é o momento no mês onde ela quer ficar sozinha e não te ver. Acate o pedido da moçoila e fuja.

2. Evite assuntos polêmicos no período: só lembrando que qualquer assunto será polêmico, ou seja, não fale. Só responda. E sempre dando a razão a ela. E por favor, não entre em brigas se ela quiser uma. Você não vai perder pontos de masculinidade nessa.

3. É normal ela não querer sexo: num estudo do Hospital das Clínicas com 513 mulheres, 84% afirmaram perder o desejo sexual quando na TPM. Somente 15% mostraram um aumento na vontade de transar. Se sua namorada estiver no primeiro grupo, tenha paciência e não insista. Se estiver no segundo, parabéns.

4. Nunca diga a ela que ela está na TPM: nenhuma mulher em sã consciência gosta de ser considerada uma maníaca psicopata na pré-menstruação e poucas admitem que sejam afetadas por ela. Se você entender que tudo se deve aos hormônios (e não à personalidade) vai saber que não deve fazer piadas ou comentários a respeito. Finja que nada acontece.

5. Não faça surpresas: das duas, uma, ou ela estará deprimida ou ansiosa, assim surpreendê-la com algo grande ou importante pode causar problemas sérios. Pequenos agrados como dar flores ou bombons caem bem, mas nem pense em chegar com aquela TV LCD de 42 polegadas que vocês estavam discutindo se compravam ou não há semanas ou assistirá à reencenação do cerco a Stalingrado ali mesmo na sua sala.

6. Não estranhe seus hábitos alimentares: tem mulheres que durante o período pré-menstrual não querem comer absolutamente nada, mas a maioria torna-se um Obelix de saias e sim, consegue devorar um javali sozinha. Mais uma vez ponha a culpa nos hormônios e contente-se que de que ela não está grávida ou pediria pizza de sardinha com chantilly.

7. Pequenas coisas são superlativadas: fale a verdade, depois de um tempo de relacionamento você já sabe quais são as coisas que irritam a sua amada, portanto na época da TPM essas pequenas manias vão ganhar um status de problema de estado. Sendo assim, nada de assento da privada levantado, louça suja na pia, lixo lotado, tolha de banho molhada na cama e outras coisas tão explosivas.

8. Não mencione as espinhas no rosto dela: repita mentalmente por 100 vezes: “espinhas são charmosas” e o problema acaba.

9. Não tente solucionar o problema da TPM: ela sabe o que é bom para combater os sintomas do momento, já que enfrenta isso desde os 13 anos de idade. Ficar oferecendo chazinhos ou remédios não vai adiantar nada, quando a cura são 18 barras de chocolate. Deixe que ela resolva o problema e limite-se a buscar o que ela pedir.

10. Não fique desesperado se nada disso funcionar: se ainda não acharam uma solução médica-científica para a TPM, então você não vai querer que nós tenhamos a palavra final, não é?

Eu busquei pela web e encontrei essas dicas no MdeMulher. Ri muito lendo porque realmente me identifiquei. Não é uma receita de bolo, cada mulher passa pela TPM de uma forma diferente, mas sabemos que a grande maioria se  indeitifica com os relatos desta listinha.

Ajudou ou não ajudou?

Tirinhas do site Proféticos.

Beijos!

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Segredos para um relacionamento saudável

O que você faz para manter a harmonia entre você e o seu amor? Relações entre casais exigem cuidados especiais para que ambos sintam paz e satisfação em estar juntos. Não é fácil, viu? Mas é possível se os dois estiverem dispostos a encarar e aproveitar tudo de bom que um relacionamento saudável é capaz de somar às nossas vidas.

O Homem da Casa falou sobre alguns tópicos que leu na web e eu decidi vir aqui compartilhar outros com vocês. Quero saber se vocês concordam e se tem algo a acrescentar, ok? Pode ser super válida essa troca de experiências!

Amar o outro tal como é
Especialistas não se cansam de repetir: ninguém consegue mudar o parceiro depois de trocar alianças. Mas lembre-se: ceder um pouco pode ser suficiente para obter harmonia no casamento e ainda incentivar a cara-metade a fazer pequenos avanços em certa atitude.

Esse é um tópico polêmico. Muita gente não acredita nesse tipo de mudança. O fato é que realmente é muito difícil o outro mudar, mas o desejo por evoluir, por ser uma pessoa melhor é imprescindível existir. Jamais se una a alguém esperando que essa pessoa mude, junte-se à essa pessoa esperando que vocês evoluam juntos. Você também deve ter muito o que aprender e melhorar ;)
DÚVIDA: Você já teve uma relação em que seu parceiro(a) muito para melhor?

Aprender a negociar
Segundo a psicóloga Ida Kublikowski, da PUC de São Paulo, os casais de hoje perderam essa capacidade primordial para a saúde da relação. “A negociação deve levar em conta padrões e valores de ambos”, diz. Se a sua família curte promover almoços todo domingo, mas seu marido acha isso uma chatice, que tal combinar que vão só uma vez ao mês?

Duas pessoas = duas opiniões, duas mães, dois caminhos diferentes, dois tudo. Você não pensa exatamente da mesma maneira que seu amor. Vocês tiveram educações diferentes, cresceram com pessoas diferentes, com valores diferentes, em ambientes diferentes e com condições diferentes. Pode até ser que haja muito em comum entre vocês, mas sempre vão surgir desavenças, desentedimentos, desencontros nas formas de pensar. É difícil entender o outro? Sim, muitas vezes é. Mas lembre-se que pode ser difícil para ele te entender também. Portanto, o ideal é negociar. Entre em um acordo, mesmo que esse não te beneficie instantaneamente. Uma boa conversa anula conflitos.  Importante: antes de negociar, saiba exatamente o que você quer para poder argumentar de forma clara, além disso, esteja aberta a ouvir (essa é a parte mais difícil, eu sei).

Valorizar as semelhanças
Os casais felizes ressaltam o que têm em comum (“Nós dois amamos filmes de ação”), enquanto os em crise só veem os abismos que os separam (“Poxa, eu gosto é de sair, ele não sai da frente da tevê”). Melhor ficar no meio-termo. Procure e cultive compatibilidades, mas não se chateie ou trave diante das divergências. “Para tanto, recorra ao diálogo sincero”, diz a médica Cibele Fabichak, autora de Sexo, Amor, Endorfinas & Bobagens (Novo Século).

Se é fácil falar das diferenças, porque não usar essa energia para destacar as semelhanças que há entre vocês e aproveitar para investir nos momentos que elas se tornam ainda mais relevantes, reforçando assim o laço que há entre o casal?

Há tantas outras dicas na matéria. São 40 segredos de como manter a união. Vale ler CADA UMA DELAS!

É muita coisa? É! Mas quanto vale uma relação de amor verdadeiro e companheirismo recíproco? É uma valor incalculável que só quem já viveu sabe.

Beijos!

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Paixão X Amor

Comportamento sempre foi um tema que me interessou muito.

Depois de me apaixonar pelo meu amor, em 2007, comecei a ler cada vez mais pesquisas e livros que tratassem sobre comportamento feminino e relacionamento.

Não costumava tratar desses temas por aqui, mas é um desperdício não falar sobre tudo o que tenho aprendido no decorrer desses anos e através dessas leituras se tenho um espaço tão rico que é esse blog.

Pensando melhor sobre, vi que pode ser válido compartilhar com vocês o que aprendi. A partir de agora, vou abordar alguns temas que fazem parte do nosso dia-a-dia, do nosso comportamento e de nossos relacionamentos.

Ler e refletir sobre é ótimo, pois isso nos ajuda a nos conhecermos melhor e a sermos mais compreensivas com nosso parceiro (ou parceira).

Se você tem um relacionamento de amor com alguém, esse post é para você. Se você não tem, uma dia terá, por isso vale conferir também.

Nessa primeira abordagem vou indicar um livro muito interessante que li em 2008. Sempre que leio algo que gosto muito, faço um resumo dos principais pontos abordados. Foi o que fiz com o livro As cinco linguagens do amor, de Gary Chapman.

Quando me apaixonei, a primeira questão que surgiu foi  sobre o amor. O que é o amor? Porque é tão bom? Porque sentimos necessidade de amar? Porque, por mais que as pessoas neguem, sabemos que todos desejam ter alguém para amar?

Paixão é diferente do amor. Dizem que a paixão tem prazo de validade e que o amor é a fase amadurecida da paixão.

Algumas afirmações citadas no livro que nos levam a refletir sobre o que vivenciamos num relacionamento:

  • Psicólogos concluíram que sentir-se amado é a principal necessidade do ser humano. O casamento foi idealizado para suprir essa necessidade.
  • Precisamos do amor antes de nos apaixonar e continuaremos a necessitar dele enquanto vivermos.
  • Se temos algum propósito em mente ao nos apaixonarmos, é o de terminar nossa própria solidão e, talvez, assegurar essa solução através do casamento.
  • Infelizmente, a eternidade da paixão é uma ficção e não um fato.
  • A principal falha na informação é o falso conceito de que a paixão dura para sempre. Deveríamos saber disso. Uma simples observação é o bastante para concluirmos que, se as pessoas permanecerem obcecadas pela paixão, estaríamos em grandes apuros.
  • Essa é uma boa noticia aos casais que perderam seus sentimentos de paixão. Se o amor é uma opção, então eles possuem a capacidade de amar após a experiência da paixão haver passado e regressarem ao mundo real. Esse tipo de amor inicia-se com uma atitude – o modo de pensar. Amor é a atitude que diz “sou casado com você e escolho lutar pelos seus interesses!”. Então, os que optam por amar encontrarão formas apropriadas para demonstrar essa decisão.
  • Diferente do amor, a experiência da paixão não possui enfoque em nosso próprio crescimento, nem no crescimento e desenvolvimento do cônjuge. Dificilmente também fornece o senso de realização.
  • Para falar a verdade, o amor verdadeiro não começa enquanto experiência da paixão não tiver seguido seu curso.
  • O amor não apaga o passado, mas altera o futuro.

Aquela euforia dos primeiros meses de namoro é caracterizada como paixão e ela pode ser explicada de diversas formas, mas acredito que a melhor forma de entendê-la é analisando a nossa biologia e o nosso psicológico.

Emoções são processos químicos que ocorrem em nosso cérebro e repercutem seus efeitos sobre todo o nosso corpo, ou seja, a paixão é química e num determinado momento diminui sua atividade.

Segundo pesquisas científicas comprovadas, a paixão pode durar para  o homem entre 18 e 24 meses e, para a mulher entre 24 a 36 meses. Essa diferença se deve ao fato do cérebro do homem ser diferente do da mulher. Esse tempo é suficiente para que o casal se relacione e gere uma criança. Essa é uma constatação biológica, é da nossa natureza. Se pararmos para pensar, tem sentido.

Outra forma de entender um pouco mais sobre o fim da paixão é analisando o nosso psicológico. Depois de termos conquistado o que tanto queríamos acabamos por nos acomodando.

Costumo dizer que o amor começa a partir do momento que a gente vê a rotina do relacionamento como um problema, quando nos acostumamos com o outro, quando relaxamos. Esse momento também explica o fato de diversos casais, após o casamento ou após um bom tempo de relacionamento engordarem. Tenho certeza que se você ainda não aumentou uns quilos depois de começar um namoro, já viu alguém aumentar.

Resumindo, parece que temos que lutar contra o nosso psicológico e contra a nossa biologia para levar adiante um relacionamento. De qualquer forma, volto a lembrar um dos pontos que destaquei nos tópicos acima: sentir-se amado é a principal necessidade do ser humano.

E é por isso que eu digo que o amar é a coisa mais difícil que existe, mas também é a melhor coisa do mundo.

No próximo post vou falar um pouco mais sobre a transição entre a paixão e o amor  e como superar essa fase que nos enche de preocupações e dúvidas.

Mais adiante também vou falar sobre outros pontos que destaquei durante a leitura do livro que citei nesse post

Espero que gostem e, se tiverem algo para compartilhar, peço que comentem! Melhor do que aprender com leituras, é aprender com histórias reais.

Beijos!