Pesquisa aborda o comportamento feminino nas ultimas décadas

Elas querem independência financeira, sucesso profissional, ser reconhecidas como boas mães e um “homem para chamar de seu”.
 
Na década de 20 as mulheres foram compelidas a encarar o mercado de trabalho enquanto seus homens eram enviados para a guerra. Desde então, elas ocuparam seus lugares na sociedade, conquistaram posições, mas ainda ganham menos 30% que os homens. (Ou seja, ainda temos muito pela frente).

Além disso, cerca de 20% assume já ter sofrido violência doméstica, assunto que só recentemente, com a Lei Maria da Penha, começou a ser desmistificado e sair do status de tabu. Paralelo a isso, as mulheres continuam buscando cada vez mais sua emancipação. Pesquisa realizada pela Rohde&Carvalho aponta que, em 2010, cerca de 32% das mulheres entre 30 e 60 anos afirmam precisar cada vez menos dos homens. (Eu chamo isso de amor-prório, meu bem. Espero que vocês estejam nesses 32%).

A maioria das mulheres brasileiras trabalha fora (76%) e é responsável por parte do orçamento familiar (73%) e 71% é independente financeiramente. Os dados também indicam que 58,9% das entrevistadas entre 20 e 30 anos faz serviços domésticos e 51,9% é responsável pelas compras do supermercado. E 78,9% destas mesmas mulheres declaram que considera importante ter “um homem para chamar de seu”. (E quem não quer uma companhia? quem diz que não é mentiroso).
           
A pesquisa mostra também que, para 36% das jovens entre 13 e 20 anos, ganhar dinheiro significa ter sucesso e que este fato é o que mais pesa na hora de escolher uma carreira. Em 2010, as mulheres ocuparam 56% das matrículas no ensino superior (Isso aí mulherada, todo mundo estudando! O conhecimento é o bem mais precioso que podemos ter), contra 44% das feitas pelos homens. No trabalho, 75,2% das jovens querem ocupar cargo de chefia e 92,7% querem estar em constante atualização intelectual. Para contrabalançar, ser reconhecida como boa mãe é importante para 89,1% delas, assim como estar com a família (92,7%).

As mulheres estão tomando a iniciativa na conquista. (Mas não envergonhem a categoria. Antes de tomar a iniciativa confiram se é comprometido #ficaadica) É a opinião de 77% das jovens brasileiras entre 13 e 20 anos de idade. Até mesmo por isso, buscam cada vez mais a beleza e preocupam-se com a estética, já que a pesquisa revela que 32,5% das mulheres entre 20 e 30 anos já fez cirurgia plástica e 44% pretende se submeter a alguma cirurgia estética após os 40 anos de idade(Se for para ser feliz, eu apoio).
 

Elas toleram mais a traição (54,6%) que os homens: 70,6% deles terminariam a relação caso descobrisse ser traído. (Bobinhas) Cerca de 38% das mulheres entre 20 e 30 anos conta  que já traiu e que, para elas, este comportamento é normal hoje em dia ( #vergonhaalheia que feio hein mulherada? eu não esperava por essa). Entre as mulheres brasileiras com mais de 30 anos, este índice é de 12%. Já as entrevistadas com até 30 anos (67%) revelam: “gostaria de “transar” mais”.  (Nesse item acredito que esteja inclusa a colocação: “gostaria de ter mais tempo”. Transar seria uma das coisas que poderíamos fazer mais se tivéssemos mais tempo).
           
Os dados também mostram que as mulheres estão cada vez mais conectadas às novas tecnologias. Segundo levantamento realizado em 2011 com mulheres entre 20 e 30 anos, 80,5% delas estão conectadas nas redes sociais. O percentual sobe para 94,8% quando o perfil é de jovens brasileiras entre 13 e 20 anos. (Obrigada pela audiência ;D )
       
No entanto, a pesquisa aponta que a conquista pelo “lugar no mundo” não deixa de ter seus ônus. Ou seja, 55% das mulheres entre 25 e 55 anos se sentem sobrecarregadas com seus múltiplos papéis (uff), 69% sentem dores de cabeça ou no corpo frequentemente (Muitas vão mostrar esses dados para o seu amado e dizer: viu amor? não sou a única haha) e 64% se sentem estressadas.

“Para o futuro, as mulheres acreditam que os relacionamentos serão mais abertos, com as mulheres mais independentes que os homens e comandando a relação. Assim como as relações serão cada vez mais virtuais, menos formais e duradouras. A mulher contemporânea é camaleoa: muda a todo momento. Afinal, ela pode ser o que quiser”, finaliza a psicóloga Suzana Carvalho, responsável pela análise dos dados.

E aí meninas? Curtiram a pesquisa? Vale muito para refletir o nosso papel na sociedade atual, né?

Beijos chamosas intelectuais ;)

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