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Tag Archives: brasil

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Canada Experience X Brasileiros Manhosos

Juro que tentei, mas está difícil demais atualizar esse blog. Eu estou mudando muito com essa mudança ;) e sinto que isso é bom. Estou extramamente feliz por ter essa oportunidade e por estar realizando um sonho que me acompanha desde a pré-adolescência, o de viver em um país de lingua inglesa, sair da zona de conforto e conhecer um novo mundo.

Bom, voltado à mudança, eu sigo acompanhando muitas das amigas blogueiras, mas não consigo ver muito sentido em seguir postando como antes, não sinto motivação porque aqui eu sinto que o mundo é muito maior do que eu pensava, que eu tenho muito para explorar e estou trabalhando mais do que nunca para poder explorar mais esse mundinho. QUERO atualiazar o Ponto de Chegada mas TENHO que trabalhar para PODER viajar mais. E o blog toma tempo. É aquela coisa: fica fotografando com o celular ou apreciando a paisagem? Prefiro apreciar e, depois, se rolar um tempinho, fotografo para relembrar.

De qualquer forma, vou dar uam atualizada aqui para contar o que aconteceu nos últimos meses: Consegui dois empregos, um deles como professional stylist em uma loja chamada Espy Experience. Fui treinada pela criadora dessa loja que é pura inspiração. Muito mais do que uma loja, é uma experiência incrível tanto para quem compra quanto para quem trabalha lá, estou aprendendo muito e conhecendo pessoas super especiais (tanto colegas quanto clientes). Além desse trabalho, conquistei meu espaço numa pequena loja virtual que está crescendo, a Livify. A Livify é a representante oficial da marca italiana Freddy e é sediada dentro de uma outra loja localizada no maior shopping da cidade, a Pusch. Ou seja, estou trabalhando com moda e marketing digital, o que me deixa muito feliz. Como a demanda da Livify está crescendo, estou trabalhando somente ocasionalmente na Espy e como a Livify faz parte da Pusch, também dou uma mão para eles.

Tô tão imersa no inglês que sinto prazer em escrever em português depois de tanto tempo focada no inglês (já fazem quase 8 meses que cheguei). Quero compartilhar algumas coisas que aprendi nesse tempo com quem acompanha o blog.

BullshitAprendi que tu não conhece um lugar fazendo turismo e sim morando nele. Aprendi a ver o Brasil de uma forma diferente, nosso país não é tão ruim assim quanto vocês falam. Somos um povo mimado demais, temos muitas regalias que não valorizamos e reclamamos demais com nossas bundas flácidas sentadas em torno de mesas fartas, barrigas cheias… naquele esquema “classe média sofre”. Aqui as pessoas contam com o governo mas não esperam que ele faça tudo por eles. Enquanto no Brasil as pessoas re reunem para falar mal do lugar onde estão. Aqui fica uma sugestão: Usem esse tempo para fazer algo que vá fazer a diferença invés de papear… sem nem saber direito do que estão falando porque só saem do país para fazer compras e visitar lugares fabricados para o turismo e ainda acham ter razão quando afirmam que “tudo lá fora é melhor”. Bullshit! Levanta essa bunda e se não é capaz de fazer algo sozinho é para isso que existem ONGs e instituições, como as Bandeirantes e os Escoteiros, que fazem trabalhos lindos em suas comunidades e têm sedes nos 4 cantos do Brasil.

Aqui os pais colocam as crias para fazerem algo pela comunidade e colocam a mão na massa junto dos filhos. O EXEMPLO VEM DE CASA (obrigada mãe, te acho ainda mais foda depois dessa viagem). Ficamos numa homestay no primeiro mês com uma família que nos deixou de queixo caído, o pai levava o filho de cerca de 8 anos para ajudar a capinar na horta comunitaria, saia frequentemente de bike pela cidade com o guri e ainda colocava o piá para competir e ao mesmo se integrar com crianças com os mesmo interesses que ele. Nada aqui para, mesmo com todo esse frio. Enquanto no Brasil temos um clima favorável para toda e qualquer atividade fora de casa e a piazada vai passear no shopping, esse é o entretenimento da gurizada… ou então se reunem para um game com os amigos na casa dos pais.

Fico angustiada quando penso nessa “piazada de apartamento”que fica em casa o dia todo grudada no computador porque “os pais têm medo da violência”. O nome disso não é medo da violência, o  nome disso é preguiça. Essa preguiça contagia. Coloquem essa piazada para viver  a infância e a adolescência deles! É violento? Vai junto, reúne um grupo para praticar algum esporte, integra ele em uma ONG… opções não faltam! Parem de dar desculpas e parem de reclamar do lugar onde vivem e tentem mudar pelo menos o que rola dentro da cada de vocês para quem sabe (se conseguirem deixar esse comodismo pra trás) poder expandir isso para a comunidade.

Todo mundo deveria ter a chance de poder morar fora do seu país, de sair do seu quadrado, de pensar mais fora da caixa, de viver outro mundo. Sou muito grata por essa oportunidade que eu conquistei e hoje sou uma pessoa diferente do que era meses atrás. E espero que daqui uns meses eu não seja a mesma que sou hoje. Aliás, para os que me perguntam se vou voltar: não sei. O meu objetivo agora é explorar o que estiver ao meu alcance e ainda não apreciei o suficiente a vista dessas montanhas:

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Hoje, a única coisa que lamento é a vida ser finita quando se tem um mundo de coisas para viver! Quero maaaaais!

OBS: Desculpa pelos erros de português, minha querida colega jornalista Rita disse que o texto tá uma porcaria e que tô afetada e que esqueci o português kkkkkk :(

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Estilo X Moda – Dudu Bertholini

Admiro demais o Dudu Bertholini e aconselho que vocês busquem mais sobre o trabalho dele e, principalmente, sobre como ele pensa a moda. Querem ver porquê?

 ”A moda está presente em tudo. Existe a moda da roupa, a moda do carro, etc. Já o estilo não; ele é resultado de suas vivências, da sua bagagem; ele não muda a cada 6 meses; ele é a traduçao mais imediata daquilo que você é; ele é uma sintonia da maneira como você pensa, age, se veste e fala”. Dudu Bertholini

Vale conferir a entrevista onde ele fala a frase que reproduzi acima e muito mais ;)



Como ele mesmo já disse em outras entrevistas, hoje a moda é super democrática, então a dica é usar sempre aquilo que combine com a sua personalidade.

Entre tantas opções, eu estava frustrada me perguntando: o que não está na moda? Através das entrevistas de Dudu, que encontrei na web, achei a resposta.

Beijos

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Milani Cosmetics chega ao Brasil

A marca de cosméticos californiana Milani Cosmetics chega ao Brasil trazendo sua linha completa de maquiagens.

Então meninas, preparem-se! Vejam alguns dos produtinhos que estão por vir:

O destaque vai para a linha mineral com propriedades calmantes e antiinflamatórias. Os produtos são livres de ativos químicos com uso indicado para pessoas de pele sensível, com acne ou que estão submetendo-se a tratamentos dermatológicos como peelings ou laser.

Eu vivo namorando os produtinhos da marca em lojas gringas! Tomara que eles venham com preços acessíveis, né?

Estamos esperando para ver! ;)

beijos

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Pesquisa aborda o comportamento feminino nas ultimas décadas

Elas querem independência financeira, sucesso profissional, ser reconhecidas como boas mães e um “homem para chamar de seu”.
 
Na década de 20 as mulheres foram compelidas a encarar o mercado de trabalho enquanto seus homens eram enviados para a guerra. Desde então, elas ocuparam seus lugares na sociedade, conquistaram posições, mas ainda ganham menos 30% que os homens. (Ou seja, ainda temos muito pela frente).

Além disso, cerca de 20% assume já ter sofrido violência doméstica, assunto que só recentemente, com a Lei Maria da Penha, começou a ser desmistificado e sair do status de tabu. Paralelo a isso, as mulheres continuam buscando cada vez mais sua emancipação. Pesquisa realizada pela Rohde&Carvalho aponta que, em 2010, cerca de 32% das mulheres entre 30 e 60 anos afirmam precisar cada vez menos dos homens. (Eu chamo isso de amor-prório, meu bem. Espero que vocês estejam nesses 32%).

A maioria das mulheres brasileiras trabalha fora (76%) e é responsável por parte do orçamento familiar (73%) e 71% é independente financeiramente. Os dados também indicam que 58,9% das entrevistadas entre 20 e 30 anos faz serviços domésticos e 51,9% é responsável pelas compras do supermercado. E 78,9% destas mesmas mulheres declaram que considera importante ter “um homem para chamar de seu”. (E quem não quer uma companhia? quem diz que não é mentiroso).
           
A pesquisa mostra também que, para 36% das jovens entre 13 e 20 anos, ganhar dinheiro significa ter sucesso e que este fato é o que mais pesa na hora de escolher uma carreira. Em 2010, as mulheres ocuparam 56% das matrículas no ensino superior (Isso aí mulherada, todo mundo estudando! O conhecimento é o bem mais precioso que podemos ter), contra 44% das feitas pelos homens. No trabalho, 75,2% das jovens querem ocupar cargo de chefia e 92,7% querem estar em constante atualização intelectual. Para contrabalançar, ser reconhecida como boa mãe é importante para 89,1% delas, assim como estar com a família (92,7%).

As mulheres estão tomando a iniciativa na conquista. (Mas não envergonhem a categoria. Antes de tomar a iniciativa confiram se é comprometido #ficaadica) É a opinião de 77% das jovens brasileiras entre 13 e 20 anos de idade. Até mesmo por isso, buscam cada vez mais a beleza e preocupam-se com a estética, já que a pesquisa revela que 32,5% das mulheres entre 20 e 30 anos já fez cirurgia plástica e 44% pretende se submeter a alguma cirurgia estética após os 40 anos de idade(Se for para ser feliz, eu apoio).
 

Elas toleram mais a traição (54,6%) que os homens: 70,6% deles terminariam a relação caso descobrisse ser traído. (Bobinhas) Cerca de 38% das mulheres entre 20 e 30 anos conta  que já traiu e que, para elas, este comportamento é normal hoje em dia ( #vergonhaalheia que feio hein mulherada? eu não esperava por essa). Entre as mulheres brasileiras com mais de 30 anos, este índice é de 12%. Já as entrevistadas com até 30 anos (67%) revelam: “gostaria de “transar” mais”.  (Nesse item acredito que esteja inclusa a colocação: ”gostaria de ter mais tempo”. Transar seria uma das coisas que poderíamos fazer mais se tivéssemos mais tempo).
           
Os dados também mostram que as mulheres estão cada vez mais conectadas às novas tecnologias. Segundo levantamento realizado em 2011 com mulheres entre 20 e 30 anos, 80,5% delas estão conectadas nas redes sociais. O percentual sobe para 94,8% quando o perfil é de jovens brasileiras entre 13 e 20 anos. (Obrigada pela audiência ;D )
       
No entanto, a pesquisa aponta que a conquista pelo “lugar no mundo” não deixa de ter seus ônus. Ou seja, 55% das mulheres entre 25 e 55 anos se sentem sobrecarregadas com seus múltiplos papéis (uff), 69% sentem dores de cabeça ou no corpo frequentemente (Muitas vão mostrar esses dados para o seu amado e dizer: viu amor? não sou a única haha) e 64% se sentem estressadas.

“Para o futuro, as mulheres acreditam que os relacionamentos serão mais abertos, com as mulheres mais independentes que os homens e comandando a relação. Assim como as relações serão cada vez mais virtuais, menos formais e duradouras. A mulher contemporânea é camaleoa: muda a todo momento. Afinal, ela pode ser o que quiser”, finaliza a psicóloga Suzana Carvalho, responsável pela análise dos dados.

E aí meninas? Curtiram a pesquisa? Vale muito para refletir o nosso papel na sociedade atual, né?

Beijos chamosas intelectuais ;)